Nem ChatGPT, Gemini, DeepSeek, Claude, Grok, Perplexity, Manus ou…

… qualquer outra ferramenta generativa de Inteligência Artificial do momento: agora, chegou a vez do Qwen (Alibaba)! De uns tempos para cá, a minha atenção se voltou para um “ilustre desconhecido” que apesar de não ser tão badalado quanto as demais ferramentas de IA, não deixa de ter a sua importância e impacto no cenário mundial. Sim, estou falando do Qwen, que mesmo com as suas desvantagens e limitações, ainda assim é capaz de realizar bons trabalhos…

Ate então, o ChatGPT (OpenAI) não era só a minha ferramenta favorita em virtude de sua “vocação para generalidades” (consegue fazer praticamente de tudo, com um bom nível de qualidade), mas também por ter inaugurado esta nova era da IA. Por isto, se tornou a referência sobre este assunto. No entanto, o CEO Sam Altman protagonizou algumas declarações e atitudes que entraram em choque com as minhas crenças pessoais, sobre aquilo que considero correto, justo, honesto e ético.

(Se porventura vocês não sabem exatamente do que estou falando, vão pesquisar!)

A apartir daí, tenho feito o uso das demais IAs, com a finalidade de “eleger” aquela que será a minha “favorita” para o uso geral, concentrando os principais trabalhos nela e delegando tarefas e atividades de menor importância para as demais (ou ainda, executando trabalhos específicos em outra que se destacam nisso). Por um tempo, o Claude (Anthropic) assumiu este posto juntamente com o DeepSeek (High-Flyer), as quais passaram a ser usadas em vista da qualidade técnica dos resultados. E agora, elas podem ser desbancadas pelo Qwen.

Por incrível que pareça, o principal motivo pelo qual fiz esta escolha, não está na alta qualidade dos resultados gerados pela ferramenta, mas simplesmente pelo fato de que tive boas experiências ao testar LLMs menores em meu modesto Orange Pi 3 Zero. Apesar desta plaquinha computacional não ser recomendada para isto, fiz algumas experiências interessantes através do Ollama, uma plataforma de código aberto que permite gerenciar diferentes modelos e rodá-los localmente.

Dentre os pequenos modelos que possuem menos de 1 bilhão de parâmetros (o máximo suportado pelo dispositivo, em vista dele dispor de apenas 1 GB de memória RAM), o Qwen foi aquele que mais se destacou entre eles! Apesar de serem bastante limitados a ponto de responder simples questões, ele me entregou uma performance razoável e ao contrário dos demais, raramente alucinava. A partir daí, passei a fazer vários experimentos “educativos” com ele e conclui que, se com modelos tão pequenos eles são capazes de realizar algumas tarefas, imaginem os maiores?

Desde então, passei a acompanhar o Qwen mais de perto. Por ora, o adotei como a minha principal ferramenta de IA e de tempos em tempos, solicito que ele faça algumas tarefas não só para atender as minhas necessidades do dia-a-dia, mas também averiguar a sua performance e até mesmo comparar com os demais LLMs badalados. Por incrível que pareça, ele ainda está em um patamar um pouco abaixo dos demais e mesmo assim, estou bem satisfeito com a sua performance.

Em um futuro não muito distante, pretendo adquirir um equipamento mais potente para substituir o meu bom e velho console (um Xbox Series S), que por sua vez se tornará obsoleto quando esta época chegar. Também vou aproveitar o equipamento e todo o seu poder computacional para rodar LLMs, com o objetivo de atender as minhas necessidades, além de utilizá-lo como uma ferramenta de suporte para alguns projetos que estou idealizando. E obviamente, o Qwen será adotado.

Quando estes dias chegarem, irei publicar mais colunas sobre o assunto… &;-D

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