… apesar de estar bastante satisfeito com os iPhones (Apple), ainda assim eu pretendo trocar de marca! O principal motivo disto, está no DNA destas empresas: diferente da Apple, o Google possui um histórico de colaboração maior com o Código Aberto e a comunidade do Software Livre, além do fato de que o próprio sistema operacional Android ser baseado no kernel Linux. Além disso, também estou insatisfeito (até um certo ponto) com o a sua abordagem “jardim murado” para todo o ecossistema de hardwares, softwares e serviços da Apple…
“I’ve been using Pixels for as long as I can remember, which is why admitting this feels a little strange: I don’t fully trust Pixels in 2026. That isn’t because Google makes bad phones. In many ways, the Pixel experience has never been better. The software is polished, Gemini takes the hassle out of everyday tasks, and features like Magic Eraser, Best Take, and Call Notes have become so ingrained in my routine that I instantly miss them whenever I pick up another phone. However, Pixels also leave a few crucial boxes unchecked.”
— by Android Authority.
Mas pelo visto, a migração dos smartphones iPhone para os Pixels, não será algo fácil: Shimul Sood (editora do portal Android Authority) publicou um artigo explicando por que, mesmo depois de anos usando Pixels, ela ainda não confia plenamente neles como o principal celular, mesmo em 2026. Ela reconhece que a experiência de software do Pixel nunca esteve tão boa, com recursos como Magic Eraser, Best Take e Call Notes se tornando indispensáveis no seu dia-a-dia, além do Gemini facilitando as tarefas cotidianas. Ainda assim, ela argumenta que alguns problemas básicos continuam impedindo que confie plenamente no aparelho.
O primeiro grande problema é o superaquecimento. Segundo a autora, isso não acontece só em situações extremas como jogos pesados, mas em tarefas simples do cotidiano – abrir vários apps, tirar fotos ou gravar vídeos em alta resolução é suficiente para deixar a parte superior do aparelho desconfortavelmente quente, um padrão que ela diz ter observado em várias gerações de Pixel, do 8 ao 10a. No entanto, vale lembrar que este não é um problema exclusivo dos aparelhos da marca e também já tive vários relatos de iPhones passarem por estes problemas.
O segundo ponto é a autonomia da bateria. Mesmo com uma rotina de uso considerada moderada, ela relata monitorar constantemente a porcentagem de bateria e recorrer ao modo de economia, sem que nenhum truque testado (bateria adaptativa, restrição de apps em segundo plano, etc.) resolvesse o problema de forma consistente. Ela também menciona o drible de bateria em repouso, dizendo que, apesar de a Google afirmar ter corrigido a falha, ela (e vários outros usuários) continuam enfrentando perdas inesperadas de carga mesmo com o aparelho parado.
A velocidade de carregamento também é criticada duramente: em um teste informal, ela deixou o Pixel 10 Pro carregando a partir de 3% enquanto cumpria toda a rotina matinal (banho, café da manhã, arrumação) e após mais de 1h, o aparelho ainda estava em apenas 68%. Ela ainda destaca que o processo de carregamento costuma vir acompanhado de aquecimento perceptível do aparelho. Por fim, ela cita problemas de conectividade: chamadas que às vezes simplesmente não tocam ou são silenciosamente ignoradas sem gerar notificação de chamada perdida. Ela observa que não é a única a relatar esse comportamento em fóruns como o Reddit.
Apesar de tudo, Shimul afirma que continua otimista a cada novo lançamento e ainda aguarda com expectativa a futura série Pixel 11, pois quando os Pixels funcionam bem, ela considera a experiência de software e de IA imbatível. Por isto, a confiança nesta classe de dispositivos não deveria precisar ser reconquistada todo ano. Por enquanto, decidiu abrir mão do Pixel como seu celular principal, até que a Google resolva (de uma vez por todas) estes problemas recorrentes de desempenho, bateria, carregamento e conectividade.
Pois além da empresa perder uma bela usuária, não irá conquistar outro… &;-D