… segmento dos portáteis vai aumentar! Há anos, a AMD oferece a melhores soluções que equibram a performance entre as unidades computacionais para o uso geral (CPUs) e para o uso em computação gráfica (GPUs). Batizadas de APUs (Accelerated Processing Unit), estas unidades são construídas em formatos de SoCs (System-on-a-Chip) e entregam todos os componentes necessários para a montagem de sistemas compactos, como é o caso dos consoles de jogos. Em virtude disto, a AMD atualmente reina nestes mercados…
“After years of going head-to-head with AMD for PC gaming supremacy, Intel now appears determined to challenge Team Red’s dominance in the Windows 11 gaming handheld market. The company has just unveiled the Intel Arc G3 and Arc G3 Extreme processors, both based on the Panther Lake architecture used in Intel Core Ultra Series 3. Intel says the chips are tuned for handhelds, with 2 performance cores, 8 efficiency cores, 4 low-power efficiency cores, and graphics based on its latest Xe3 architecture…”
— by Digital Trends.
Mas no que depender da Intel, isto vai mudar (ao menos, no mercado dos consoles portáteis): ela apresentou os novos processadores da série Arc G, uma linha de hardware desenvolvida especificamente para esta classe de dispositivos (mas que torço para que sejam utilizadas em outras também). Construídos com base na arquitetura de computadores portáteis “Panther Lake” (notebooks), estes componentes chegam ao mercado através dos modelos Arc G3 e Arc G3 Extreme, com o principal intuito de rivalizar diretamente com as soluções da AMD.
Fabricados através do avançado processo de 18A da marca, os novos chips foram projetados para oferecer um equilíbrio otimizado entre desempenho de topo e eficiência energética, prolongando a autonomia da bateria. A configuração interna conta com 14 núcleos de processamento central, divididos entre núcleos de alta performance, de eficiência multithread e de baixo consumo para tarefas quotidianas. Na vertente gráfica, as unidades trazem a nova arquitetura Xe3, incluindo o modelo B390 com 12 núcleos gráficos na versão mais potente.
Um dos grandes destaques foca-se na forte integração de software para melhorar a experiências de uso no ecossistema Windows 11. Os componentes trazem otimização para o modo Xbox em tela cheia, transformando a interface tradicional do sistema operacional numa navegação fluida e semelhante à de um console. Além disso, a tecnologia “Intel Precompiled Shaders” permite descarregar sombreadores otimizados diretamente da nuvem, acelerando o carregamento e reduzindo as quebras de quadro em títulos populares como Black Myth: Wukong e Call of Duty.
A nível de conectividade, a plataforma está equipada com suporte para Wi-Fi 7 (R2) e Bluetooth 6, além de oferecerem portas Thunderbolt 4 para a conexão cabeada de alta velocidade. Os principais fabricantes de hardware já confirmaram a adoção desta tecnologia para os seus próximos lançamentos nos meses seguintes, estando assegurada a presença dos novos chips em dispositivos como a MSI Claw 8 EX AI+, o OneXPlayer e o recém-anunciado console Acer Predator Atlas 8.
Com mais concorrência, teremos menos preços e quem sabe um dia… &;-D