… se dá conta! Eis, a realidade de muitos profissionais que, apesar de serem apaixonados pela TI e dedicarem todos os esforços necessários para entregar as melhores experiências para os usuários finais, nem sempre são reconhecidos como deveriam, já que eles não “aparecem” a todo momento como “salvadores da pátria”! Jed Ayres (contribuidor do portal TechRadar) não só promove uma leitura correta do cenário atual, mas também descreve as mudanças necessárias para atender os requisitos e exigências de infraestruturas de TI modernas…
“The best IT experience is the one employees never have to think about. A business laptop stays fast. A video call does not freeze. A virtual desktop launches without delay. An application works when it is needed most. When everything runs smoothly, employees do not praise IT. They simply keep working. That quiet experience is the goal. It is also becoming an increasingly important objective for enterprise technology teams.”
— by TechRadar.
O modelo tradicional de suporte de TI, focado em responder reativamente aos problemas relatados pelos usuários, tornou-se insuficiente diante da complexidade dos ambientes de trabalho modernos. Atualmente, os profissionais utilizam uma vasta combinação de dispositivos físicos, desktops virtuais, redes domésticas e aplicativos em nuvem. Quando uma falha ocorre nesse ecossistema disperso, a produtividade é interrompida, gerando frustração independentemente da origem técnica do problema.
Para superar essa limitação, o setor evoluiu do monitoramento passivo para o gerenciamento autônomo de endpoints (AEM). Embora os painéis de experiência digital do funcionário (DEX) ofereçam uma visão clara sobre a saúde dos dispositivos e o comportamento dos aplicativos, a verdadeira transformação exige a implementação e utilização de sistemas inteligentes. Estas ferramentas não apenas identificam as falhas em tempo real, mas também recomendam e executam correções automatizadas antes mesmo que os usuários percebam qualquer impacto.
A Inteligência Artificial desempenha um papel fundamental nessa transição ao correlacionar grandes volumes de dados fragmentados vindos de redes, servidores e sistemas de identidade. Ao reconhecer padrões que levariam muito tempo para serem detectados por humanos, a IA é capaz de contextualizar as mudanças no ambiente digital e apontar as causas raiz com precisão. Isto irá viabilizar uma infraestrutura de auto-recuperação, capaz de liberar memória extra ou corrigir falhas em chamadas de vídeo de forma invisível (por parte dos beneficiados).
Essa automação não visa substituir os profissionais de TI, mas atuar como um multiplicador de eficiência para equipes que enfrentam demandas cada vez mais complexas, destacan-se a variedade de dispostivos e disponibilidade de serviços. Ao reduzir o volume de chamados repetitivos e mitigar interrupções rotineiras, os especialistas podem direcionar seus esforços para as decisões estratégicas, de governança e de inovação. O sucesso da infraestrutura digital passa a ser medido pelo silêncio operacional (ou ao menos, deveria), garantindo o foco total na produtividade.
Parei de ler a partir do “não visa substituir os profissionais de TI”… &;-D